A polícia da cidade de Maputo apreendeu oito chifres de rinoceronte. O produto é propriedade de duas pessoas que agora são acusadas de matar e traficar as espécies protegidas. Eles já são procurados pela polícia sul-africana.
De acordo com o Serviço Nacional de Investigação Criminal, os arguidos tinham idades compreendidas entre os 30 e os 45 anos e eram membros de um bando dedicado ao abate e tráfico de espécies protegidas.
“Ao nível da cidade de Maputo, a direcção do SERNIC deteve dois moçambicanos com oito pontas de rinoceronte, o equivalente a 7,5 quilos”, disse Hilário Lole, porta-voz do SERNIC na cidade de Maputo.
Entre os indiciados estava o alegado líder do bando, que, na sequência de uma investigação criminal das autoridades, encontrou o chifre de rinoceronte vendido por cerca de 30 milhões de meticais.
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"Acredita-se que um dos dois presos seja o líder do grupo fora-da-lei. Ele forneceu armas, identificou caçadores furtivos e outros equipamentos usados para caçar animais protegidos, com foco em rinocerontes"Tartaruga, disse Hilário Lole, porta-voz do SERNIC da cidade de Maputo.
Os réus, por sua vez, negaram o envolvimento no crime e afirmaram ter sido vítimas da armadilha.
"E um senhor chamado Pedro que ligou para minha família Beneth na África do Sul e disse que queria este produto.
Beneth enviou o produto para Chókwè, que então me enviou para entregá-lo ao seu chefe, Pedro. Fui dar para ele e quando cheguei lá ele recebeu. Eu não o conhecia antes, Beneth o conhecia. Quando ele saiu do local, a polícia chegou rapidamente e fomos presos", disse o suposto líder da quadrilha.
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A maioria das espécies protegidas são abatidas na província de Gaza e ao longo da fronteira com a vizinha África do Sul, segundo as autoridades.
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